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Como Taysom Hill mudou o ataque da NFL e influencia novos jogadores.

 

O coringa Taysom Hill

Dar tackle, retornar chutes, correr com a bola, receber e lançar passes e anotar touchdown – parece funções para vários tipos de posições na NFL, porem o quarteback Taysom Hill fez tudo isso na ultima temporada.

Exatamente. Hill é um QB de origem e no papel, o terceiro na linha do New Orleans Saints. Contudo, ficando atrás de Drew Brees e Teddy Bridgewater. Mas na prática, o camisa 7 é um verdadeiro coringa dentro de campo.

Hill foi descoberto em 2017 como um undrafted free agent pelo Green Bay Packers que viu potencial nele. Entretanto.

Ele foi cortado antes da temporada começar. Foi então que Sean Payton viu alem e decidiu traze-lo a New Orleans.

No Saints, Taysom se descobriu e Payton viu a oportunidade de transforma-lo numa maquina faz tudo. Começou com retornos de punts e hoje ele faz praticamente qualquer coisa dentro de campo. Isso revolucionou a liga e principalmente nas novas formações ofensivas visionadas pelo HC da equipe.

Utilização em campo

Esquemas com dois QBs tendo Hill em campo, mesmo que seja esperada pelo adversário ainda é uma surpresa o que o camisa 7 irá fazer; ele poder alinhar como o QB1 ou como um RB; pode alinhar como QB e correr do mesmo jeito, pode alinhar como um recebedor e dar opção para Brees, ou pode se colocar como um TE e abrir rotas para Kamara; sem contar que ele simplesmente não precisa fazer nada, mas só sua presença já causa uma incógnita na cabeça da defesa. A amplitude ofensiva trazida pelo Saints conta com a maior variação de esquemas ofensivos da liga – isso na temporada passada quanto também se tinha Mark Igram para fazer confusão.

Sua disponibilidade tática, sendo usado na linha ofensiva e em times especiais influencia outras equipes a fazerem parecido, alem de inspirar jogadores a se desenvolverem, como o caso do Baltimore Ravens e seu novo jogador Trace McSorley.

Influencia sobre jogadores

Trace também é quarteback, mas assim como Hill, pode jogar em outras funções, tanto que na época do Draft foi pedido para que ele treinasse como um cornerback – opção recusada pelo jogador.

Jonh Harbaugh viu potencial nele e draftou como a 197ª escolha na 6ª rodada do Draft para ser teoricamente a 3ª escolha de QB na equipe. Harbaugh, assim como Payton, é um visionário ofensivo e abusa de variações táticas e já deseja misturar McSorley nesse meio. Ja foi reportado que o também camisa 7 irá retornar punts a fim de explorar seu potencial.

Taysom Hill

Hill teve uma temporada de extremo destaque e já não é mais novidade. Contudo, sua influencia em novos ataques será o ponto alto para se observar em 2019. Jogadores como McSorley seguem seus passos e enquanto posições como fullbacks estão cada vez mais perto da extinção. Entretanto, novas oportunidades ofensivas aparecem.

 

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E oGol.

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