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26 de outubro de 2020

Liverpool, do inferno ao céu, o ano emocionante dos Reds

O time da cidade dos Beattles mais uma vez conquistou a europa. Contudo, o Liverpool, sem caminhar sozinho, reinou perante seus rivais podero$o$, rumando a mais uma UCL (UEFA Champions League).

Os números dos Reds

Ao contrário do ano passado, os reds traduziram o excepcional desempenho em conquista. Na temporada, o time de Jurgen Klopp obteve números expressivos. Foram 38 vitórias em 53 jogos, perdendo somente 7 partidas, além de outros 8 empates.

O objetivo principal da equipe, a Premier League, escapou por muito pouco. Apesar dos incríveis números citados acima, o medo de perder, tirou a vontade de ganhar num jogo muito específico, que veio a ser decisivo para a classificação final. Por incrível que pareça, apesar da derrota para o City, o jogo que custou caro ao Liverpool, foi contra o United, curiosamente outro rival de Manchester. Num jogo apático na reta decisiva da competição, desde o ínicio da partida, o Liverpool demonstrou-se interessado e posteriormente satisfeito com o 0x0.

Contra um time mutilado moralmente, os reds tinham a obrigação de vencer o jogo, mas colocaram o respeito e a rivalidade acima do tesão pela vitória e empataram com um clube gigante, mas que exercia há epoca, um futebol medíocre. 2 pontos que adiaram o sonho de quebrar o tabu e vencer pela primeira vez a Premier League e consequentemente voltar a conquistar a liga nacional, título esse que não vem desde 1990, na então Football League.

Liverpool
A torcida sentiu o quase gosto do título da PL depois de quase 3 décadas, mas ainda seria compensada (FOTO: SkySports)

E com absurdos 97 pontos, o sonho da PL… Liverpool mais uma vez adiou o sonho.

A UEFA Champions League do Liverpool, o Prêmio de Klopp

Depois da tempestade, sempre vem a calmaria.

E nesse caso, a calmaria têm nome e sobrenome, e chama-se: UEFA CHAMPIONS LEAGUE ou LIGA DOS CAMPEÕES. Pela sexta vez a europa sucumbiu ao gigante inglês.
Em menos de 1 mês a tristeza deu lugar a alegria. E como vocês devem saber, no futebol é assim… um dia você é rei, no outro súdito. E em Madrid, o Liverpool reinou soberano. Na grande final, o peso da camisa da vermelha, entortou o varal do rival londrino.

Não nos esqueçamos da fase anterior contra o temido Barcelona, pois depois de um 3×0 irrefutável no Camp Nou, os analistas afirmavam quase que unanimemente: É O FIM! O Barcelona está na final!

A remontada vermelha em Anfield (FOTO: EI)

E não, não estavam! Pois assim como eu, haviam os que ainda acreditavam, afinal… NÓS NUNCA ANDAREMOS SOZINHOS. E seguindo a canção, o Liverpool reverteu mais um placar improvável na sua linda história.

“At the end of the storm. There’s a golden sky” (No fim da tesmpestade, há um céu dourado).

E o céu dourado atende por: ANFIELD ROAD! E como se não bastasse o milagre de Istambul, em 2005. Agora também há o milagre de Anfield. E de milagre em milagre, o Liverpool caminha, rumo a glória, como sempre fez em toda a sua história.

Um milagre chamado Origi. (FOTO: The Guardian)

O nome do milagre se chama Origi, estrela que brilhou mesmo em uma semana apagada dos grandes astros. Certamente o maior nome dessa semi. Contudo, há uma mensão honrosa há Alexander-Arnold e o também iluminado Wijnaldum.

Na final, novamente Origi pôs números finais na vitória por 2 a 0 sobre o Tottenham.

Em suma, entre erros e acertos, a temporada foi extremamente positiva. Com a conquista, a distância internacional sobre seus rivais aumentou mais uma vez. Sozinho, o atual campeão europeu, têm mais títulos que a soma de todos os seus rivais (diretos) nacionais.

Um feito incrível para um time que há poucos anos atrás limitava-se a disputar. Contudo, a temporada terminou, mas gostaria de lembrá-los que…

14 anos depois, cá estamos, campeões da UCL, o maior do Norte Europeu (FOTO: ESPN )

A torcida do Liverpool gritou e vibrou em todos os cantos da Europa : “We’ve conquered all of Europe. We’re never going to stop!” ♫
(NÓS CONQUISTAMOS TODA A EUROPA. NÓS NUNCA VAMOS PARAR)

Não mesmo… “Allez, Allez, Allez!”

 

 

Confira também o texto de Marcus Vinícius sobre o doloroso ano do Arsenal.

O texto de Futebol Reativo de Thiago Alves.

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