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Um jornalismo que demite Rafael Oliveira e abraça cada vez mais Neto e Mauro Cezar

Neto

Na última semana vimos o nome que possui maior conhecimento do mundo da bola ser demitido da emissora que sempre foi sinônimo de qualidade em debate. Contudo, ninguém sabe exatamente o motivo ou em que pé devemos levar essa discussão. Cada vez mais o povo tem preterido esse tipo de nome que usa termos técnicos e tem um vocabulário mais rico com o que diz respeito a bola jogada e adotando cada vez mais o discurso clubista, sensacionalista que é o que vende, o que o povo abraça e o que gera notícias. Estamos cercados de Neto e MCP.

O jornalismo atual é repleto de nomes como Neto, Mauro Cezar, Sornani e Benja. São nomes populares e populistas que cada vez mais vestem suas camisas de time e com o microfone na mão ou uma mídia social em curso acabam soltando seus bordões e criando seus atritos.

rafa oliveira
Alguns canais de notícias já dizem que Rafa Oliveira tem proposta da Rede Globo para integrar os canais SporTV (FOTO: Rep/ESPN)

O fundo do poço do nosso Jornalismo Esportivo

O nosso fundo do poço certamente é este.

Rafael Oliveira foi julgado como descartável, mesmo com todas as qualidades. Porque como o grande Neto já disse uma vez: ”Tem que saber causar para ser jornalista no Brasil”.

No nosso mundo, no mundo do Jornalismo, isto é deplorável. Isto não é jornalismo.

O jornalista não pode tentar ser maior que a notícia, a notícia tem que ser noticiada e não o jornalista ser o protagonista da discussão.

Nas últimas semanas nos deparamos com uma verdadeira guerra dos farrapos entre MCP e quase todos os clubes da Série A e seus jogadores e torcedores.

Tudo isso porque o antes tão direto e bem justo Mauro agora é mais um do Bonde do Mengão Sem Freio.

Antes, havia crítica sobre tudo que envolvia o futebol, agora ele se tornou seletista e ataca sem dó diversas camadas em prol da defesa de seu novo manto Preto e Vermelho. Certamente se um dia ele ler isso, haverá uma postagem no twitter bem mal criada, mas quem liga?

Neto
O nosso amado e enjoado Craque Neto

Vamos ao embate de mitos entre Neto e MCP trazido por Rony Corona

Que a televisão brasileira é cheia dos personagens, todo mundo sabe. O que poucos conseguem separar é verdade de entretenimento. Há quem diga que quem está atrás dos microfones, entende tanto quanto, ou mais, de quem está nos gramados, ou à beira deles.

Pois bem. Num país de cultura futebolística completamente enraizada, é difícil dividir grupos de clubistas, de quem fala sério, de quem apenas entretém, e de quem apenas faz humor.

O legal dessa versatilidade é atingir todos os públicos. Desde os ‘tios do bar’ até os ‘adolescentes do Globo Esporte’, porque o futebol forma pessoas, forma opiniões.

Mas, voltando ao assunto, à imagem do post. Por quê Mauro e Neto? Certamente duas figuras ambíguas, de propósitos e personalidades diferentes.

Sim. São diferentes. Mas não tanto. Não tanto o quanto você imagina.

Já viu Neto falar que um certo time jogou mal? Se sim, qual vocabulário ele usou para isso? Certamente um:

“Num jogô nada, num chutaro no gol. O time ‘x’ engoliu o time ‘y’.

É Neto. É uma análise sem aprofundamento algum. É uma crítica sem crítica. É Neto, falando o que o ‘tio do bar’ também fala. Entretenimento.

Agora, já viu Mauro falar que um certo time jogou mal? Se sim, qual o vocabulário que ele usou? Certamente este:

“Ridículo, patético, pífio, não jogou absolutamente nada.”

MCP
O ranzinza e rubro negro MCP

Conclusão entre pontos

Mauro, de modo geral, preenche suas críticas de palavras duras, impactantes, de forma à pensar que ele estar falando algo diferente. Que dá aos ouvintes, e leitores, uma impressão de ler algo nunca dito, ou dito por poucos.

E Neto, pois bem, fala o mesmo que Mauro. A diferença é que Neto é desbocado, não têm português acentuado, fala sem raciocínio cronológico, e conhece bem pouco do menino Aurélio.

Mas, você, eu, e todos, somos entretidos por ambas figuras de modo a pensar que são diferentes, um do outro, e de nós, quando na verdade, somos tão iguais quanto eles, e sabemos o tanto dos dois sobre futebol.

Afinal: Mauro é patético. E Neto, num sabe nada. – Rony Corona

O jornalista tem que transmitir, mesmo que use de sua paixão, a notícia e não ser parte dela e usar isso para se autopromover.

 

 

Texto do Corinthiano Rony Corona do Tyler Martin;

Obrigado ao parceiro e amigo de TM pela excelente contribuição.

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